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Sete fundadoras falam sobre transformar o projeto de estimação num negócio de sucesso

Para alguns criativos e empreendedores, iniciar uma atividade paralela vem de uma decisão espontânea que acaba virando um plano de negócios. Para outros, o objetivo desde o início é transformar uma paixão em trabalho em tempo integral. Seja qual for a origem da ideia criativa ou da meta de negócios, todo fundador bem-sucedido acaba notando quando essa paixão virou algo maior. Estamos destacando os empreendedores que transformaram seus projetos paralelos em atividade em tempo integral - e pedimos para sete fundadoras de vários setores contarem quando notaram que o "bico" delas havia virado um negócio viável — e como decidiram abandonar o emprego.

Sara Elise, da Harvest & Revel

Fundada em 2012, a Harvest & Revel é uma empresa de refeições para eventos privativos. Com sede no Brooklyn, ela se dedica à nutrição, ao sabor e à sustentabilidade.

“Notei que meu 'bico', a empresa de refeições e design para eventos Harvest & Revel, tinha virado um negócio viável (tanto que larguei meu emprego) quando garanti um fluxo de renda com eventos reservados pelo resto do ano. Mesmo não sendo o suficiente para me sustentar totalmente na época, vi isso como sinal de que a empresa era muito procurada (e que continuaria a ser), então fiz a transição! Esse salto valeu a pena, e temos crescido de forma constante desde então.”

Regina Rocke, da Wolf Medicine Magic

Praticante de Ayurveda, ioga e respiração, Regina Rocke fundou a Wolf Medicine Magic para ajudar os clientes a trabalhar emoções e experiências difíceis e, por fim, estabelecer uma forma sustentável de ser.

“Levei anos — ANOS —, mas vi que meu "bico" tinha virado um negócio viável quando passei a quitar o cartão de crédito, pagar as despesas mensais e ainda guardar na poupança. Abri a empresa e iniciei a jornada de trabalhar para mim mesma em 2014. Eu diria que só em 2020 vi meu trabalho começar a dar frutos. Já tive vários "bicos" em toda a minha vida adulta, e a lição que dou para quem quer ser o próprio chefe é encarar isso como uma maratona, não como cem metros rasos. Não tente fazer muita coisa de uma vez, pois o esgotamento existe mesmo; vi muita gente na minha área sofrer isso. Seja claro na missão e na visão e não aceite tudo o que aparecer no caminho, a menos que tenha tudo a ver com seus valores como empresário.”

Brittany Antoinette, da The Idea Girl

A The Idea Girl é uma agência criativa com uma missão: gerar riqueza geracional a empresas de mulheres e negros, usando uma forte identidade visual e de marca.

“No terceiro bimestre de 2016, quando comecei a fazer trabalhos freelance para uma empresa de planejamento de eventos, redescobri minha paixão pelo design. No primeiro evento, me diverti demais e faturei US$ 800 por apenas quatro horas de trabalho. Fiquei embasbacada, pois era quase duas semanas de salário no meu outro emprego, como gerente de marketing. Naquele momento, vi que nenhum salário ou cargo corporativo ficaria entre mim e o emprego dos meus sonhos.”

Michelle Breiter, da The Breiters

Formada por um casal de viajantes fotógrafos e cinegrafistas, a The Breiters é especializada em documentar casamentos e outros eventos especiais.

“Para mim, fotografia para casamentos nunca foi "bico", pois eu sabia que queria trabalhar com isso em tempo integral. Assim, era meu emprego principal que eu via como um "bico" para sustentar minha empresa até eu estar pronta para trabalhar só como fotógrafa. Nunca me dei conta de que eu tinha um negócio viável que viesse a substituir meu emprego. Eu simplesmente larguei o emprego no fim do contrato, falei para mim mesma "é agora ou nunca " e acreditei no projeto. E fiz o certo — com os dias úteis liberados, tive muito tempo para me dedicar ao back-end das coisas, como o site, marketing, identidade visual e conteúdo nas mídias sociais. Isso me catapultou para meu primeiro ano como empresária, quando ganhei mais dinheiro do que nunca antes - quase o dobro do salário do meu emprego convencional.”

Monet Bush, da Earth and Olive

Aberta sem capital inicial, a Earth and Olive, agência de marketing e design dedicada ao bem-estar, presta um serviço eficaz e barato para que as empresas cresçam e prosperem no longo prazo.

“Passei a entender que tempo é o que tenho de mais valioso. Parei de dividir esse tesouro e me comprometi a segmentar e a aprender com todos os contratempos. Eu sabia que, ao priorizar a empresa com essa perspectiva, eu não poderia "falhar", apenas continuar até acertar. Na primeira vez que faturei US$ 10 mil em um dia, tudo fez sentido, e vi que eu poderia lidar com qualquer coisa. Se eu faturei essa quantia sozinha em um dia, daria para ganhar, três, quatro, cinco vezes mais e montar uma equipe. Eu só teria que continuar do mesmo jeito, sabendo que todos os reveses me levaram àquele dia dos US$ 10 mil.”

Tanisha Colon-Bibb, da Rebelle Management e Rebelle Agency

Tanisha Colon-Bibb, fundadora e proprietária da empresa de gestão de talentos Rebelle Management e da empresa de comunicações Rebelle Agency, abriu ambas as empresas e as ampliou por quase uma década.

“Minha jornada rumo ao empreendedorismo foi um pouco diferente do processo recomendado, de três etapas: arranjar um "bico", economizar, largar o emprego. Na verdade, larguei o emprego corporativo cerca de um mês antes de abrir minha primeira empresa, a Agência Rebelle, mas tive vários empregos de meio período e tempo integral por seis anos, até decidir dedicar tempo integral à minha empresa. Notei que precisava trocar todos esses empregos por um só quando me vi passando cada momento acordada trabalhando e pensando na minha empresa, quando atraí o interesse de gente que eu sonhava em conhecer e quando passei a faturar mais do que em todos os outros "empregos". Ou seja, se eu dedicasse tempo integral à empresa, talvez duplicaria essa renda. Cada momento, grande e pequeno, ao longo dos anos me aproximou cada vez mais da vida profissional dos meus sonhos: ser empreendedora em série. Não se preocupe se a sua jornada não for linear, se você precisar arranjar alguns empregos antes de poder se dedicar em tempo integral ou se você nem sempre acredita em si mesmo. Você vai chegar lá.”

Erika Yao, da Fortuna

A joalheria Fortuna tem uma missão: criar joias artesanais de alta qualidade para auxiliar organizações sem fins lucrativos e membros carentes da comunidade, graças à doação incorporada nas vendas.

“Notei que meu 'bico' poderia virar um negócio viável quando vi clientes compartilhando meu entusiasmo com a missão da Fortuna: retribuir à comunidade com joias artesanais. Fico muito grata em realizar meu amor pela fabricação de joias e, ao mesmo tempo, criar um espaço de conscientização sobre as questões sociais atuais.”


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